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Movimentos anti-exploração de petróleo ponderam greve de fome

Vários movimentos e grupos algarvios que têm vindo a protestar contra a prospeção e exploração de petróleo e gás no Algarve ponderam avançar para uma greve de fome coletiva.

Vários cidadãos ligados a estes movimentos estão dispostos a entrar, em breve, em greve de fome “se o governo não atuar para travar já o furo de Aljezur”, em nome da sustentabilidade ecológica da região, da vida das atuais e das futuras gerações.

“Porque não pode valer tudo, a oferta do poder político do território do Algarve e de Portugal às petrolíferas não é aceitável, nem tolerável”, lê-se no comunicado assinado pelo Movimento Algarve Livre de Petróleo (MALP), pelo Preservar Aljezur, pelo Stop Petróleo Vila do Bispo e pelo Tavira em Transição – Movimento de Eco Cidadania.

O grupo vai apresentar-se esta sexta-feira, 24 de março, na entrada da Feira do Mar – Mar Algarve para confrontar a ministra do Mar sobre a forma como o processo está a ser conduzido.

Vários movimentos e grupos algarvios que têm vindo a protestar contra a prospeção e exploração de petróleo e gás no Algarve ponderam avançar para uma greve de fome coletiva.

Vários cidadãos ligados a estes movimentos estão dispostos a entrar, em breve, em greve de fome “se o governo não atuar para travar já o furo de Aljezur”, em nome da sustentabilidade ecológica da região, da vida das atuais e das futuras gerações.

“Porque não pode valer tudo, a oferta do poder político do território do Algarve e de Portugal às petrolíferas não é aceitável, nem tolerável”, lê-se no comunicado assinado pelo Movimento Algarve Livre de Petróleo (MALP), pelo Preservar Aljezur, pelo Stop Petróleo Vila do Bispo e pelo Tavira em Transição – Movimento de Eco Cidadania.

O grupo vai apresentar-se esta sexta-feira, 24 de março, na entrada da Feira do Mar – Mar Algarve para confrontar a ministra do Mar sobre a forma como o processo está a ser conduzido.

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Opinião

Dezembro, 2020

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