Notícias

Lucros da EDP recuam 5% para 450 milhões no primeiro semestre

Os lucros da EDP recuaram 5% para 450 milhões de euros no primeiro semestre face ao período homólogo.

O resultado líquido foi afectado por “um contexto internacional muito mais severo, marcado por uma baixa produção hídrica e preços spot muito elevados” face ao primeiro semestre de 2016 “muito chuvoso e com preços muito baixos”.

O resultado ficou acima do esperado pelos analistas do banco Haitong que previam um recuo de 19% para 381 milhões de euros.

O EBITDA do grupo EDP atingiu os 1.902 milhões de euros, recuando 8% face a 2016. A impactar negativamente o resultados está a “pluviosidade excepcionalmente elevada” no primeiro semestre de 2016.

A prejudicar o resultado também estão os preços mais elevados na Península Ibérica (51 megawatts hora no primeiro semestre deste ano face aos 30 megawatts hora em 2016).

A hidraulicidade em Portugal ficou 42% aquém da média histórica no primeiro semestre deste ano, face aos 68% acima da média registados em igual período de 2016.

Decompondo o EBITDA do grupo EDP pelos diferentes segmentos de negócio, o única a recuar foi a ‘produção e comercialização na Península Ibérica’, que desceu 44% para 360 milhões de euros. “suportado por condições atmosféricos e um contexto de preços muito distintas” e pelo tempo excepcionalmente seco e os preços spot elevados que compararam muito desfavoravelmente com um primeiro semestre de 2016 muito chuvoso e com baixos preços”.

Em sentido contrário, a actividade eólica e solar registou uma subida do EBITDA em 11% para 719 milhões de euros à boleia de um crescimento de 9% na produção, por uma subida dos proveitos com parcerias institucionais e por um impacto cambial favorável.

O Brasil, por seu turno, registou um crescimento de 5% para 316 milhões de euros, penalizada pela mais valia gerada no primeiro semestre de 2016, com a venda de Pantanal. Sem este efeito, a EDP aponta que o EBITDA cresceu 31%, principalmente devido a um impacto cambial favorável, mais 53 milhões face a uma subida de 20% do real face ao euro.

Já as redes reguladas na Península Ibérica subiram 3% para 513 milhões de euros, com a ajuda de uma maior margem bruta que subiu 4 milhões para 867 milhões de euros. O crescimento do EBITDA também teve a ajuda de um “rigoroso controlo de custos” menos 3% face a período homólogo.

Já a dívida líquida da empresa voltou a subir de 15.900 milhões de euros para 16.900 milhões de euros. A empresa diz que este crescimento aconteceu à boleia do pagamento anual de dividendos (900 milhões de euros), pelo pagamento de IVA não recorrente, a recuperar até ao final de 2017 (300 milhões) e pelo pagamento de imposto relativo às securitizações realizadas em 2016 (300 milhões).

(notícia em actualização)

Powered by WPeMatico

A dama da Luz

Últimas

RTP

pub.

Evento

COVID-19 |Sites de Apoio

Linha SNS24 – Serviço online do SNS
SNS - Área do Cidadão do Portal SNS
Direção-Geral da Saúde – Atualiação permanente das últimas informações oficiais
Organização Mundial da SaúdeRelatórios de acompanhamento ao Covid-19
ECDC - Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças

Windy – Tempo na Foz do Guadiana

Visite

lugar-ao-sul
O que leva um conjunto de pessoas de geografias diferentes a encontrarem-se no espaço que a não tem – a web – para escreverem sobre os mais variados temas tendo apenas como farol uma posição cardeal: o Sul?
Agosto 2020
STQQSSD
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31 
%d bloggers like this:

Ao continuar a utilizar este site, concorda com a política de cookies mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Fechar