Imprensa Regional

Magnólia do Convento morreu, mas Monchique não deixa apagar a sua memória

Aquela que era a maior magnólia-sempre-verde (Magnolia grandiflora L.) da Europa morreu no ano passado, em Monchique, mas a vila serrana não quer que ela caia no esquecimento. 

Esta terça-feira, no Dia da Árvore, foram plantadas seis magnólias, duas delas perto das ruínas do Convento de Nossa Senhora do Convento, onde, durante séculos, existiu a árvore que era um dos ex-libris do concelho. O Sul Informação acompanhou esta atividade que contou com a presença de cerca de 80 alunos do 1º ciclo da Escola de São Pedro.

Estas crianças, ao contrário de outras gerações monchiquenses, não vão ter a oportunidade de dar o seu primeiro beijo junto àquela árvore ou, de tentar abraçar o seu tronco de mãos dadas, mas Rui André, presidente da Câmara de Monchique quer que estas crianças guardem também elas memórias da magnólia de Monchique.

Aquela que era a maior magnólia-sempre-verde (Magnolia grandiflora L.) da Europa morreu no ano passado, em Monchique, mas a vila serrana não quer que ela caia no esquecimento. 

Esta terça-feira, no Dia da Árvore, foram plantadas seis magnólias, duas delas perto das ruínas do Convento de Nossa Senhora do Convento, onde, durante séculos, existiu a árvore que era um dos ex-libris do concelho. O Sul Informação acompanhou esta atividade que contou com a presença de cerca de 80 alunos do 1º ciclo da Escola de São Pedro.

Estas crianças, ao contrário de outras gerações monchiquenses, não vão ter a oportunidade de dar o seu primeiro beijo junto àquela árvore ou, de tentar abraçar o seu tronco de mãos dadas, mas Rui André, presidente da Câmara de Monchique quer que estas crianças guardem também elas memórias da magnólia de Monchique.

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Opinião

Novembro, 2020

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