Sociedade

Morre Max Altman: “Vida de dedicação ilimitada à luta dos povos”

 

Advogado e jornalista, Max foi vítima de tumor cerebral diagnosticado há um mês

O advogado e jornalista brasileiro Max Altman morreu, na noitede segunda-feira dia 19 de Dezembro, aos 79 anos, vítima de um tumor cerebral diagnosticado há um mês.

Altman era articulista do portal OperaMundi, onde mantinha, desde outubro, parceria com a Radioagência Brasil de Fato com a coluna Hoje na História. Em vida, Max doou a maior parte do seu acervo de livros à Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), uma escola de formação política do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Filho de polonês de origem judaica, Max dedicou boa parte de sua vida à luta por uma transformação profunda na sociedade. Max filiou-se no Partido Comunista do Brasil, deixando-o em 1984 para se juntar ao Partido dos Trabalhadores (PT).

O jornalista Breno Altman, filho de Max, relembrou, em texto que homenageia o pai, que ele “dedicou sua existência à luta pelo socialismo, à revolução proletária e à solidariedade anti-imperialista”, e que nunca esquecerá “os valores que sempre nos ensinou e a todos que nos cercavam: a valentia, a lealdade, a coerência, a honestidade, a abnegação, o compromisso com o conhecimento e o trabalho, a dedicação ilimitada à luta dos povos”.

 
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Opinião

Dezembro, 2020

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