Cultura Opinião

Nostalgia por Maria Velho da Costa

Já tinha dito/ escrito o grande POETA, qualquer coisa como quando  mais novo, altura em que, ainda, “fazia” anos, 《(…) ninguém tinha morrido》.

..Pois sinto, também, essa enorme espécie de insuspeita “nostalgia”, por ter tido o privilégio de ter conhecido Maria Velho da Costa, durante a organização de uma exposição da sua obra, com a sua intervenção e participação, na Faculdade de Letras de Lisboa.Relendo os meus “moleskines“, muitas das suas páginas, de há  uns anos a esta parte, registam despedidas de pessoas especiais.

Contudo, naturalmente ficam as suas obras magníficas, como é o caso desta extraordinária escritora. E, acresce, invulgar cidadã, mulher, cuja luta cívica e intervenção social foi um exemplo de desassombrada coragem e brilhante inteligência .Recordar o exemplo de vida e de participação progressista na sociedade, é honrar a sua memória é tornar permanente a sua mensagem.

Augusto Lourido 

A dama da Luz

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